Castigos infantis que funcionam sem bater




Crianças podem tirar qualquer pessoa de sério, principalmente quando são muito sapecas e de personalidade forte. Mas cabe aos pais educar de forma correta. Agressão física não é educar, já foi comprovado cientificamente por psicólogos e psiquiatras. Todos já ouvimos alguém citar quando uma criança fez traquinagem que ‘isso é falta de umas palmadas’. Na verdade foi falta do castigo educativo correto.

O principal é explicar o motivo do castigo – Assim como você adulto quer saber das coisas, os filhos também são assim. Querem saber o motivo do castigo e eles precisam entender para que funcione. Converse sobre castigo ser uma consequência por determinada atitude praticada por eles e que os pais não sentem prazer em castigá-los. O entendimento do seu ato que gerou aquela perda deve ser entendido pela criança para que reflita e não repita o comportamento.
 
Muita atenção com as palavras – Procure ser objetivo e de forma rígida. Não precisa ser grosseiro, mas que a criança entenda que você está chateado com aquela atitude e não propriamente com ela. Não diga coisas como, “Menino feio, chato”, mas sim, “Você fez uma coisa muito feia”. A atitude deve ser recriminada e não a criança.
 
Nunca bater – Palmadinhas, chineladas, tudo isso é agressão e só provocará medo e raiva. A criança vai obedecer, mas não porque entendeu que está errado e sim porque tem medo de apanhar e da dor que isso provoca. Não se educa através do medo, mas da confiança, paciência e amor. Se não têm esses sentimentos devia ter pensado melhor antes de ser pai ou mãe.
 
O castigo deve logo após o erro – Assim que a criança for repreendida sobre seu mau comportamento, deve ser aplicado o castigo, ficando mais fácil a associação. Mas estando em público evite fazer, deixe para quando chegar em casa. Na frente de outras pessoas seria muito humilhante. E você não tem ideia do quanto más experiências podem ser gravadas na mente infantil.

Se estiver com raiva, castigue depois – A calma deve ser sempre mantida. Tente ao máximo ão gritar com elas, pois se acostumarão e não irão se assustar e ainda imitarão este comportamento se não em casa, com certeza na rua.
 
Mantenha sua palavra com firmeza – Castigou, mas começou a se sentir culpada com choros, pedidos e manhas? Não volte atrás. Para as mães é mais complexo isso, o sentimento de proteção avança. Se estiver com vontade de chorar, vá ao banheiro e chore sozinha sem que eles vejam, pois usarão sempre deste artifício para sair do castigo.
 
Seja sempre justo – Não exceda nos castigos. seja razoável de acordo com a má ação e veja se realmente o castigo é necessário naquele momento ou somente uma advertência basta. Todo castigo deve estar ligado ao que a criança fez de errado e não ao humor dos pais.
 
Aplicando o castigo e sua duração – Longos períodos de castigo não funcionam muito. Crianças são lúdicas e com 15 minutos já estarão se divertindo só em balançar as pernas, esquecendo que estava de castigo. É recomendado calcular pela idade, 1 minuto de castigo para cada ano.
 
Evite ameaças – Não fale o que não vai cumprir por isso ameaças são perigosas. A criança não obedecerá sabendo que você somente fala e nunca age. Ou você ameaça e faz ou nem ao menos cita porque não vai funcionar.

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