Colocar de castigo ou privar a criança de seus brinquedos?




Quando se fala em punir crianças, muitos pais e educadores discordam dos métodos. Programas de TV que falam da educação de filhos como o da Super Nanny estimulam o diálogo e a boa conversa para que os pequenos entendam seus erros. Contudo, eventualmente uma punição mais severa pode ser necessária. Mas como esta deve ser aplicada: de forma pacífica ou com um toque a mais de severidade?

castigo em crianças

No primeiro erro, uma conversa pode ser o bastante

Se há um bom diálogo entre pai e filho, uma conversa pode resolver. Filhos obedientes e amigos dos pais sentem medo de decepcionar e quando escutam que erro, corrigem o erro de pronto. A criança também não pode ser punida sem saber porque está errando, por ignorância. Você também não gosta de ter que pagar uma multa sem saber nem por que errou, não é mesmo?

O castigo é uma punição comum e autorizada por profissionais

O castigo é algo mais severo e por isso deve ser aplicado de acordo com a gravidade da situação. Se seu filho está cometendo o mesmo erro diversas vezes, merece um castigo que pode variar de horas sentado a minutos sem fazer nada, variando com a gravidade do ato. Mas mesmo assim deve haver uma conversa com o outro.

Privação de brinquedos nem sempre funciona

A privação de brinquedos a disponibilidade de outros e a opção de conversar ou ver TV ainda não é um castigo forte dependendo da gravidade do ato da criança. É preciso antes de aplicar a penalidade avaliar como a criança anda mostrando a sua mensagem. Se ela não liga porque é mais bacana a maldade do que o brinquedo, você pode pensar em conversa e até mesmo ajuda profissional. Se ela sente bastante por perder seu brinquedo, este pode ser o caminho correto para a educação do seu filho ao menos em sua fase de rebeldia.

 

 

 

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