Como lidar com uma mãe dominadora




A sua mãe tenta o tempo todo lhe dizer como viver sua vida? Ou examina cada decisão que você faz? Não se preocupe, você ainda pode desfrutar de uma boa convivência com sua mãe. Existem diversas formas de lidar com pais dominadores, e a melhor delas é tendo bons argumentos e sabendo como conduzir a relação para o seu próprio bem.

Perceba que há razões pelas quais sua mãe é arrogante e que você nunca vai ser capaz de mudá-la. A palavra-chave aqui é compreensão. Sua mãe é assim, ela é assim há muito tempo e você pode não conseguir jamais mudar isso dela. Logo, apenas a entenda, talvez tente descobrir se a mãe dela foi assim também e depois ela acabou adquirindo tal traço de personalidade. É comum isso acontecer em diversas famílias.

Como lidar com uma mãe dominadora

Estabeleça limites entre sua vida e sua mãe

Trabalhe dia a dia em estabelecer limites imediatamente. Decida quais aspectos de sua vida que você não vai compartilhar com sua mãe, depois lembre-a, quando ela invadir áreas que você não quer que ela esteja opinando. Aprenda esta frase e repetia-a muitas vezes: “Eu te amo, mas eu não quero discutir isso com você” Em seguida, mude de assunto quando sua mãe começa a se intrometer. Agradeça a sua mãe por suas sugestões sobre como viver a sua vida, em seguida, passe para mais conversa estimulante.

Explique seu ponto de vista 

Considere escrever uma carta a sua mãe, detalhando como você gostaria que o seu relacionamento com ela evoluísse. Ela pode não saber que é assim e até se sentir culpada por descobrir que é. Logo, tente manter um laço de conversa entre vocês duas. 

Não dependa da opinião dela. Esforce-se para buscar a aprovação de si mesmo em vez de sua mãe. Quando você é auto-confiante, as tendências controladoras de sua mãe não vão te fazer tanto mal e podem até diminuir de intensidade.

Mantenha um contato distante por telefone

Caso sinta necessidade, use uma forma de não atender sua mãe. Opte por usar identificador de chamadas na sua casa ou bloquear as ligações dela no celular para que você possa estar preparado para conversas potencialmente excessivas sobre sua bela. 

Tente ligar de volta um dia depois. Mães controladores são alimentados por negligência, e você pode evitar todo o incômodo possível com uma chamada rápida alguns dias depois. Ela pode até esquecer o assunto da briga. 

mãe controladora

Sua mãe te ama

Aprecie o fato de que alguém se importa tanto com você que precisa te gritar quando acha que você está cometendo um erro. Mas mantenha isso sobre controle. Evite ligar para ela durante e depois de cada pequeno acontecimento em sua vida. E abstenha-se de qualquer culpa que sua mãe dominadora pode tentar te enganar com ela. Ninguém deve se sentir culpado por viver a sua própria vida.

 


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11 Comentários

  1. NMJ says:

    Gente, só queria desabafar.
    Minha mãe é muito, mas muito manipuladora.
    Ela quer que tudo seja do jeito dela, critica a vida que eu levo, meus marido, minhas escolhas, tudo.
    Me agride com palavras, tentando de deixar pra baixo ou me atingir com suas chantagens emocionais.
    Pra piorar, ela é crente, bitolada. Deus só fala com ela, ela surta, quebra a casa inteira, fala que todo mundo tem inveja dela.
    Meu, ela não trabalha, não tem marido e gasta horrores com roupas de “novinha”. Já tentei pagar terapia, mas ela não vai.
    É muito triste, pois não tenho vontade nenhuma de falar com ela, de ir na casa dela. Não sinto saudades e nem vontade de estar perto.
    Quando vou na casa dela não dou mais risada, Ela só sabe contar histórias de outras pessoas, mas que são indiretas pra mim.
    Me sinto mal por não me sentir perto dela.
    Tenho muita pena dela, mas ela nçao quer mudar.
    Muito triste =/

  2. oi no meu caso a mina mae e evangelica e nao aceita o meu namorado porque ele nao e beço evangeico e tem um passado diferente (ela nao se metia com drogas so pra confirma), ostari de saber como fzer para ela me deixa namora com ele, Pode me ajudar???

  3. Anonima says:

    Minha mãe gosta mais do meu marido do que de mim.
    Desde pequena tenho insegurança e baixa autoestima.
    Casei com 18 anos para fugir de casa. Me separei e agora meu atual marido é mais digno de estima que eu.
    Fiquei gravida e ela disse
    Quem pariu Mateus q o embale.

  4. Anonima says:

    Minha mãe gosta mais do meu marido do que de mim

  5. M.S says:

    J.M a minha parte está resolvida…. depois do extenso comentário, tive o pior natal de sempre (pois eu e o meu marido fomos passar o natal a casa dos meus pais)…. a minha mãe tentou humilhar-me em publico impedindo de estar com outros familiares ou de ter uma conversa com eles sem a sua presença ou sem ela se vitimar…. disse-me coisas que não se dizem nem ao pior inimigo quanto mais a uma filha…. e eu num acto de coragem virei costas e nunca mais atendi uma chamada telefónica dela…. Durante meses ligava dezenas de vezes por dia, mas bloquei o numero dela e passei a viver a MINHA vida e do meu marido.
    Foi a decisão mais difícil da minha vida mas necessária porque o sufoco que ela me estava a fazer levou-me a uma depressão tal que eu tive que mudar de trabalho e o meu marido também já estava a ficar igual a mim….
    Hoje sim…. finalmente estou em paz…. sei por familiares que ela não mudou em nada (continua a fazer-se de vitima a inventar histórias mirabolantes etc)…. pior que isso descobri que nos últimos anos ficou com dinheiro que me foi dado pelos meus tios….. doí muito …. mas não vou ceder mais a chantagem…. vou focar-me no meu trabalho, na família que construi e quando eu for mãe…. não vou deixar que ela tenha sequer espaço para se meter e controlar a vida dos meus filhos.
    Nunca é tarde para dizer BASTA….”mãe é mãe” mas um filho merece acima de tudo respeito….. a quem está na mesma situação aconselho acompanhamento psicológico e em situações mais extremas um BASTA….. no meu caso sei que ela nunca vai mudar….. talvez outras situações ainda tenham solução!

  6. a.m says:

    Minha mãe é extremamente controladora. Em minha pré adolescência ela controlava o que eu vestia, não permitia que eu cortasse meu cabelo e me arrumar como uma menina vaidosa que sempre fui (parece que tinha medo que eu ficasse bonita). Minhas amigas qdo chegavam em casa ela fechava a cara e eu não podia sequer sair para fazer um trabalho escolar. Qdo terminei o ensino médio ela desestímulou que eu fizesse faculdade, supondo que trabalhar com ela me traria mais benefícios, fora o salário que seria melhor… Resultado: Aqui estou eu há anos trabalhando sem registro, sem férias e até em feriados ela me faz trabalhar. se eu disser alguma coisa ela fica semanas sem falar comigo. Hj sou casada com uma pessoa maravilhosa, mas que ela consegue falar mal, fala que o salário dele é de passar fome (Sqn) e até hj ela da palpite na minha roupa, como corto meu cabelo, como cozinho, etc…
    Tenho a sensação que ela me tem como sua escrava que eu nunca poderei ser melhor ou igual a ela. Sempre insinua que eu sou burra e que não sei fazer nada, mas quando ela precisa sou eu que estou lá. Nunca sequer me agradeceu ou me elogiou por NADA. :'(

  7. M.S says:

    Bom dia.
    Antes de mais parabéns pelo artigo.
    Peço desculpa pela longa exposição. Mas preciso de alguma orientação.
    Tenho 28 sou casada há 2 anos. Vive independente financeiramente e longe da casa dos meus pais a 6 anos e mesmo assim sinto-me sufocada pela minha mãe. Mas vou enquadrar a infância para um melhor aconselhamento.
    Os meus pais estão casados há 26 anos. O meu pai sempre trabalhou mas ela nunca nem se esforçou por isso. Sou filha única (tive um irmão mais novo, mas faleceu ainda em bebé). Na minha infância vivi num meio pequeno e rural. Não tinha muitas crianças para brincar. Mas as que ali viviam nas férias e fins de semana conviviam em sistemas de ocupação de tempos livres (clube juvenil, barragem, casa do povo). .. e eu nunca tive permissão para frequentar sem a presença dela esses sítios (porque segundo a perspectiva dela eles não eram boa companhia). Ela sempre”selecionou” os amigos com quem eu podia brincar e quando e onde e sempre sobre a sua vigilância. Sempre escolheu o que eu devia vestir (só tive voto na matéria as 15/16 anos). O dinheiro e prendas que me eram dadas eram investidos num “enchoval” que ela agora usa. Em pequena sempre obedeci (por medo). Sempre fui boa aluna e nunca tive comportamentos desviantes (drogas, tabaco, bebida… nunca fizeram parte do meu vocabulário). Quando chegou a altura de eu ir para o secundário e houve a necessidade de eu ir para um meio maior, ela convenceu o meu pai a comprar uma casa lá para me acompanharem e não terem de gastar dinheiro num quarto arrendado. É claro que isso fez com que gastassem as poupanças e no ano em que eu dei entrada no ensino superior fui “obrigada” a escolher um curso que houvesse naquela cidade para não terem de me pagar um quarto arrendado. Já tinha 17 anos quando entrei no ensino superior. Estava revoltada com tudo mas aceitei ceder e ir para a minha segunda opção de curso só para não ter de sair da cidade e não ser peso financeiro para eles. Tirei o curso com distinção (sem nunca perder um ano) e aí prometi a mim mesma que ia usar o curso para sair daquele sufoco. E assim fim. Em pouco tempo consegui trabalho na área a 600 km de distância. Fui e pensei que a minha vida ia mudar. Mas não: ela ligava a toda a hora (estivesse eu ou não a trabalhar) … tentei cortar isso mas não conseguiu porque apesar de tudo é mãe! ! Longe surgiu finalmente espaço para o meu primeiro namoro. Contei e ela passou a controla-lo tanto a ele também que acabou com a relação. Entretanto perdi o trabalho. Mas estava de tal forma sufocada que não esqueci a minha promessa quando sai de casa dos meus pais. Tinha poupanças. Mudei sucessivamente para casas mais baratas até conseguir trabalho. E consegui. Felizmente sempre consegui sobreviver. Passei necessidades, admito, mas não tive de voltar a casa deles e sempre me mantive independente. Entretanto conheci o meu marido. Ele é sem dúvida alguma a melhor pessoa que entrou na minha vida. No dia em que ela o conheceu (namoravamos há menos de um mês) e a primeira coisa que ela insistiu foi que nos casassemos) … nesse dia tive tanta vergonha ( pois com um mês casar ainda não tinha sido sequer falado entre nós) , tive medo de o perder (seria compreensível… afinal ela falou em casamento junto de uns tios que acabara de conhecer… e não tinha aconselhado o casamento… mas planeado tudo). O meu hoje marido nesse dia deu-me uma grande prova de amor. Ficou a meu lado e passado ano e meio casamos sim… não por vontade dela, mas por vontade do nosso amor. Com a marcação do casamento começou a exigir os pormenores da cerimónia…. mas como na realidade o mesmo foi totalmente financiado por nós os dois … as vontades dela nunca foram cumpridas. Fizemos apenas uma pequena cerimónia civil (da qual ainda tive que ouvir dela que não contava porque não era por igreja). Depois do casamento foram realmente poucas as vezes que fomos a casa dos meus pais… não por birra mas por questões profissionais que ela nunca entendeu (como é que alguém que nunca trabalhou percebe que temos de trabalhar ao fim de semana, feriados e as férias não é só estalar os dedos e estão aprovadas).
    Mas mesmo sem ir a casa deles sempre lhe telefonei todos os dias… da parte dela só via contole (onde estás, com quem estas, o que comeste, o que compras-te etc….) alias isto ainda hoje é uma constante na minha vida! !
    Entretanto com o fruto do nosso trabalho (sem ajuda financeira de ninguém) comprámos casa. E aí comecaram as exigências. Como era uma casa grande tinha de ter um quarto para ela e decorado a maneira dela. O meu paciente marido perdeu a paciência… enfrentou-a e disse que na nossa casa mandamos nos e no nosso dinheiro também…. foi uma grande discussão a 3. Nós ficamos afectados… mas ela no dia seguinte já estava a telefonar como se nada fosse a contolar.
    Desde então evitamos ir lá. Mas os telefonemas e as exigências continuam. Chegou ao ponto de vir passar o natal a nossa casa e fazer-se de convidada para o ano novo e ficar sem nos perguntar se tínhamos planos… por acaso tínhamos passar o ano novo com a família do meu marido (não o fizemos porque parecia mal po-la fora de casa).
    A juntar a tudo isto… dela nunca ouvi um “Parabéns, gosto de ti”. Em vez disso só oiço que tá mal de saúde (quando tiver um problema real não vou acreditar), e críticas. Agora que os meus pais terminaram o empréstimo da casa seria tempo de poupar dinheiro para a sua velhice… mas não, como a casa que eu e o meu marido é grande ela imita. Nós pomos chão ela põe chão a seguir. Nós pintámos ela pinta a seguir…. muitas das coisas sem necessidade e só porque tem de ter igual a nós.
    Perante isto estou perdida… tou a tentar ser mãe. Mas tenho medo da educação e e exemplos que ela possa dar aos meus filhos…. tenho medo que um dia ela tenha um problema grave de saúde e não tenha dinheiro para se cuidar porque o esbanja a toa. E eu não vou te-la em casa sobre pena de destruir a pouca coisa que eu tenho de bom. A minha família! !
    Como devo agir. Tou eu a sofocar, está o meu marido e tenho medo de perder o que conquistei a tanto custo devido a mãe que ela é.
    Não a odeio… percebo a dor de ela ter perdido um filho e as implicações disso… mas cheguei ao limite e já não sei o que fazer.
    Já tentei falar com o meu pai e ela com calma e nada muda. O meu pai sufucou na vida dela e nada faz. Já discuti. Já desliguei o telefone (mas ela no dia a seguir faz igual), o meu marido já me defendeu como ninguém e enfrentou-a mas nada…. pior é que vê ela sufoca tudo o que me rodeia! !
    Agradeço ajuda

    Obrigado

    • mila says:

      E eu que pensava que eu é que estava mal.

    • J.m says:

      Passo por situações parecidas com a sua…a gente fica mal..Parece que sempre estamos na defensiva para nós defendermos de algum ato manipulador. ..Mas o pior foi a infância e adolescência que no meu caso…ainda considero pior…vc ainda fez o ensino superior eu fiquei na barra da saia dela…pois não via que aquilo que se passava comigo era manipulação. Agora quase perto dos 40 anos tento ver se consigo arrumar a vida

  8. PATRICK DE JESUS MARTINS says:

    PARECE QUE HÁ MINHA MÃE: NÃO, ME AMA!!! Me AJUDEM POR FAVOR?

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